As mídias na educação
Seguidamente, ouve-se dizer que estamos adentrando a era da informática. Esse período que se inicia poderia ser igualmente denominado como a era da aprendizagem: a enorme quantidade de aprendizagem que vem ocorrendo rapidamente em todo o mundo já é inúmeras vezes maior do que no passado.
Seguidamente, ouve-se dizer que estamos adentrando a era da informática. Esse período que se inicia poderia ser igualmente denominado como a era da aprendizagem: a enorme quantidade de aprendizagem que vem ocorrendo rapidamente em todo o mundo já é inúmeras vezes maior do que no passado.
Não faz muito tempo – e até mesmo hoje, em diversas partes do mundo -, os jovens aprendiam habilidades que poderiam utilizar no trabalho pelo resto de suas vidas. Hoje, nos países industrializados, a maioria das pessoas tem empregos que não existiam na época em que muitos nasceram. A habilidade mais determinante do padrão de vida de uma pessoa é a capacidade de aprender novas habilidades, assimilar novas situações, lidar com o inesperado. Isso será cada vez mais verdadeiro no futuro: a habilidade para competir tornou-se a habilidade de aprender.
A tese central desse texto é a grande contribuição das novas tecnologias para o enriquecimento da aprendizagem é a criação de mídias (media) de uso individual capazes de dar suporte a um amplo espectro de estilo intelectual. (...)
No mundo inteiro, as crianças assumiram um apaixonante e duradouro caso de amor com os computadores, utilizando-os de modo tão variado quanto suas atividades. A maior parte do tempo é dedicada aos jogos, transformando nomes como Nintendo em palavras do cotidiano. Elas usam computadores para escrever, desenhar, comunicar-se, obter informações. Algumas os utilizam para relacionamentos sociais; outras, para isolar-se. Em muitos casos, a dedicação ao computador é tanta que a palavra “vício” vem à mente de pais preocupados.
(...)
Os educadores que hoje lidam com novas tecnologias estão se dando conta que a massiva introdução na escola (e em casa) de computadores ligados à internet não significa melhoria da aprendizagem. Aprender de modo significativo e duradouro exige esforço, persistência, muitas vezes tolerância à frustração, algo diferente de copiar “da internet”, colar, enfeitar e imprimir trabalhos escolares. (Seynour Papert – A Máquina das Crianças)
A questão é como o aluno pode tornar o uso do computador e da internet em aprendizagem significativa?
Segundo, Moran: Significa que o aluno sai da posição mais passiva em que se encontra no processo de aprendizagem: ele pesquisa, ele muda de atitude de consumidor de informação, não espera que só o professor fale tudo. Podemos experimentar esta nova relação com o aluno, ajudá-lo na sua mudança de atitude, mais ativa. É um processo de envolvimento constante na busca de soluções, é compartilhar, é trocar. (Novos desafios na educação - a Internet na educação presencial e virtual)
Que tal experimentarmos essa nova prática!!!
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